Sismama

O Câncer de Mama

O câncer de mama propriamente dito é um tumor maligno. Isso quer dizer que o câncer de mama é originado por uma multiplicação exagerada e desordenada de células, que formam um tumor. O tumor é chamado de maligno quando suas células têm a capacidade de originar metástases, ou seja, invadir outras células sadias à sua volta. Se estas células chamadas malignas caírem na circulação sangüínea, podem chegar a outras partes do corpo, invadindo outras células sadias e originando novos tumores.

A grande preocupação é com os tumores malignos, como o câncer de mama, que crescem rapidamente e sem dor. Devem ser diagnosticados o mais rápido possível para evitar a perda da mama ou mesmo lesões maiores.

O Auto-Exame das Mamas:

O INCA não estimula o auto-exame das mamas como estratégia isolada de detecção precoce do câncer de mama. A recomendação é que o exame das mamas pela própria mulher faça parte das ações de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do próprio corpo.

As evidências científicas sugerem que o auto-exame das mamas não é eficiente para o rastreamento e não contribui para a redução da mortalidade por câncer de mama. Além disso, o auto-exame das mamas traz consigo conseqüências negativas, como aumento do número de biópsias de lesões benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente negativos e impacto psicológico negativo nos exames falsamente positivos.

Portanto, o exame das mamas realizado pela própria mulher não substitui o exame físico realizado por profissional de saúde (médico ou enfermeiro) qualificado para essa atividade.

O Departamento de Informática do SUS – DATASUS, em parceria com o INCA Instituto Nacional de Câncer, desenvolveu um sistema informatizado de entrada de dados, denominado Sistema de Informações do Câncer da Mama – SISMAMA, onde os dados de identificação da mulher e os laudos dos exames citopatológicos e histopatológicos são digitados.

O Sismama foi criado para apoiar o desenvolvimento de ações mais eficazes para controle da doença, seja em prevenção, vigilância ou assistência a partir de um mapeamento pioneiro da doença em todo o país.

O Hospital Maternidade Jesus Maria José já se utiliza do SISMAMA. O Programa estabelece um sistema de padrão único para os registros de pacientes com diagnósticos ou suspeitas de câncer de mama.

SISMAMA no Hospital Maternidade Jesus Maria José

O Programa determina um sistema de cotas destinado à região que compreende a 8ª Micro Regional da Saúde.

O Sismama foi implantado nacionalmente em Junho de 2009, com o objetivo de destacar seu importante papel para o gerenciamento das ações de detecção precoce do câncer de mama.

O Hospital Maternidade Jesus Maria José já se utiliza do SISMAMA. O Programa estabelece um sistema de padrão único para os registros das pacientes com diagnósticos ou suspeitas de câncer de mama e foi implantado em Agosto de 2009, atendendo uma quota de exames por municípios pactuados, sendo eles:

• Banabuiú: 38

• Choró: 20

• Ibaretama: 19

• Ibicuitinga: 17

• Milhã: 25

• Pedra Branca: 69

• Quixadá: 136

• Quixeramobim: 113

• Senador Pompeu: 36

• Solonópole: 27

Totalizando 500 exames/mês.

O atendimento é realizado no HMJMJ de acordo com a PPI (Programação Pactuada Integrada) de cada município. No entanto, embora a demanda tenha crescido nos últimos meses ainda está muito aquém do esperado. Até o momento nenhum município utilizou sua quota pactuada. É necessário mais empenho por parte das entidades beneficiadas para que a população tome conhecimento deste programa e seja conscientizada da importância da disponibilização do exame de mamografia para o diagnóstico precoce do câncer de mama.

O paciente deverá obter a solicitação de Mamografia com seu médico de área, comparecer a Central de Marcações do seu município e agendar o exame.

Veja a revista Sismama criada pelo INCA

O HMJMJ realiza mamografias de Segunda a Sexta-Feira de 7h00 às 17h00.

Veja aqui as recomendações do Instituto Nacional de Câncer para reduzir a mortalidade por Câncer de Mama no Brasil.

O câncer da Mama

O câncer de mama propriamente dito é um tumor maligno. Isso quer dizer que o câncer de mama é originado por uma multiplicação exagerada e desordenada de células, que formam um tumor. O tumor é chamado de maligno quando suas células têm a capacidade de originar metástases, ou seja, invadir outras células sadias à sua volta. Se estas células chamadas malignas caírem na circulação sangüínea, podem chegar a outras partes do corpo, invadindo outras células sadias e originando novos tumores.

A grande preocupação é com os tumores malignos, como o câncer de mama, que crescem rapidamente e sem dor. Deve ser diagnosticado o mais rápido possível para evitar a perda da mama ou mesmo lesões maiores.

Os tipos mais incidentes no sexo feminino são:

· Câncer de pele não melanoma – 59 mil casos novos

· Câncer de mama – 49 mil casos novos

· Câncer do colo do útero – 19 mil casos novos

O SISMAMA

O Ministério da Saúde, por intermédio do Instituto Nacional de Câncer – INCA, vem buscando parcerias para desenvolver ações a fim de mudar esse quadro. Faz parte dessa procura a implementação de estratégias importantes, tais como a padronização de procedimentos e de condutas que garantam a qualidade dos processos técnicos e operacionais para o controle do câncer. A estruturação do Viva Mulher – Programa Nacional de Controle do Câncer do Mama – prevê a formação de uma grande rede nacional na qual o profissional de saúde esteja capacitado para estimular a prevenção, realizar a detecção precoce e o tratamento, desses cânceres. Desta forma, o encontro de mulheres motivadas a cuidar de sua saúde com uma rede de serviços quantitativamente e qualitativamente capaz de suprir essa necessidade, em todo o território nacional, contribuirá para a redução da mortalidade pela doença.

Um dos principais instrumentos que auxiliam a consolidação do Viva Mulher é o desenvolvimento de um sistema informatizado para gerenciamento das informações geradas pelas unidades de saúde. O Departamento de Informática do SUS – DATASUS, em parceria com o INCA, desenvolveu um sistema informatizado de entrada de dados, denominado SISTEMA DE INFORMAÇÕES DO CÂNCER DA MAMA – Sismama, onde os dados de identificação da mulher e os laudos dos exames citopatológicos e histopatológicos são digitados.

Sem dúvida, é um grande desafio, mas um desafio superável com a participação e o empenho de todos aqueles que acreditam num futuro melhor para o nosso povo!

O Hospital Maternidade Jesus Maria José já se utiliza do SISMAMA e também aqui disponibilizaremos informações sobre o câncer de mama no intuito de estimular a prevenção.

O programa estabelece um sistema de padrão único para os registros das pacientes com diagnósticos ou suspeitas de câncer de mama.

Informações Sobre o Câncer de Mama

Detecção Precoce:

As formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico da mama e a mamografia.

No Brasil, o câncer de mama é a maior causa de óbitos por câncer na população feminina, principalmente na faixa etária entre 40 e 69 anos. No Ceará acontece o mesmo e, nos anos de 2006 e 2007, a taxa de mortalidade pela doença foi de 9,5 e 9,2 por 100 mil habitantes, respectivamente. Para o ano de 2009 foram estimados mais de 466 mil casos novos de câncer na população brasileira, sendo que 235 mil ocorrerão entre as mulheres.

A incidência é de 50 casos por 100 mil habitantes.

Um dos fatores que dificultam o tratamento é o estágio avançado em que a doença é descoberta. A maioria dos casos de câncer de mama, no Brasil, é diagnosticada em estágios avançados, diminuindo as chances de sobrevida das pacientes e comprometendo os resultados do tratamento. Com o Sismama, o diagnóstico será agilizado e os tratamentos serão monitorados para aumentar as chances de cura e espectativa de vida das mulheres diagnosticadas com doença.

O Auto-Exame das Mamas:


O INCA não estimula o auto-exame das mamas como estratégia isolada de detecção precoce do câncer de mama. A recomendação é que o exame da

O câncer da Mama

O câncer de mama propriamente dito é um tumor maligno. Isso quer dizer que o câncer de mama é originado por uma multiplicação exagerada e desordenada de células, que formam um tumor. O tumor é chamado de maligno quando suas células têm a capacidade de originar metástases, ou seja, invadir outras células sadias à sua volta. Se estas células chamadas malignas caírem na circulação sangüínea, podem chegar a outras partes do corpo, invadindo outras células sadias e originando novos tumores.

A grande preocupação é com os tumores malignos, como o câncer de mama, que crescem rapidamente e sem dor. Deve ser diagnosticado o mais rápido possível para evitar a perda da mama ou mesmo lesões maiores.

Os tipos mais incidentes no sexo feminino são:

• Câncer de pele não melanoma – 59 mil casos novos

• Câncer de mama – 49 mil casos novos

• Câncer do colo do útero – 19 mil casos novos

O SISMAMA

O Ministério da Saúde, por intermédio do Instituto Nacional de Câncer – INCA, vem buscando parcerias para desenvolver ações a fim de mudar esse quadro. Faz parte dessa procura a implementação de estratégias importantes, tais como a padronização de procedimentos e de condutas que garantam a qualidade dos processos técnicos e operacionais para o controle do câncer. A estruturação do Viva Mulher – Programa Nacional de Controle do Câncer do Mama – prevê a formação de uma grande rede nacional na qual o profissional de saúde esteja capacitado para estimular a prevenção, realizar a detecção precoce e o tratamento, desses cânceres. Desta forma, o encontro de mulheres motivadas a cuidar de sua saúde com uma rede de serviços quantitativamente e qualitativamente capaz de suprir essa necessidade, em todo o território nacional, contribuirá para a redução da mortalidade pela doença.

Um dos principais instrumentos que auxiliam a consolidação do Viva Mulher é o desenvolvimento de um sistema informatizado para gerenciamento das informações geradas pelas unidades de saúde. O Departamento de Informática do SUS – DATASUS, em parceria com o INCA, desenvolveu um sistema informatizado de entrada de dados, denominado SISTEMA DE INFORMAÇÕES DO CÂNCER DA MAMA – Sismama, onde os dados de identificação da mulher e os laudos dos exames citopatológicos e histopatológicos são digitados.

Sem dúvida, é um grande desafio, mas um desafio superável com a participação e o empenho de todos aqueles que acreditam num futuro melhor para o nosso povo!

O Hospital Maternidade Jesus Maria José já se utiliza do SISMAMA e também aqui disponibilizaremos informações sobre o câncer de mama no intuito de estimular a prevenção.

O programa estabelece um sistema de padrão único para os registros das pacientes com diagnósticos ou suspeitas de câncer de mama.

Informações Sobre o Câncer de Mama

Detecção Precoce:

As formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico da mama e a mamografia.

No Brasil, o câncer de mama é a maior causa de óbitos por câncer na população feminina, principalmente na faixa etária entre 40 e 69 anos. No Ceará acontece o mesmo e, nos anos de 2006 e 2007, a taxa de mortalidade pela doença foi de 9,5 e 9,2 por 100 mil habitantes, respectivamente. Para o ano de 2009 foram estimados mais de 466 mil casos novos de câncer na população brasileira, sendo que 235 mil ocorrerão entre as mulheres.

A incidência é de 50 casos por 100 mil habitantes.

Um dos fatores que dificultam o tratamento é o estágio avançado em que a doença é descoberta. A maioria dos casos de câncer de mama, no Brasil, é diagnosticada em estágios avançados, diminuindo as chances de sobrevida das pacientes e comprometendo os resultados do tratamento. Com o Sismama, o diagnóstico será agilizado e os tratamentos serão monitorados para aumentar as chances de cura e espectativa de vida das mulheres diagnosticadas com doença.

O Auto-Exame das Mamas:

O INCA não estimula o auto-exame das mamas como estratégia isolada de detecção precoce do câncer de mama. A recomendação é que o exame das mamas pela própria mulher faça parte das ações de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do próprio corpo.

As evidências científicas sugerem que o auto-exame das mamas não é eficiente para o rastreamento e não contribui para a redução da mortalidade por câncer de mama. Além disso, o auto-exame das mamas traz consigo conseqüências negativas, como aumento do número de biópsias de lesões benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente negativos e impacto psicológico negativo nos exames falsamente positivos.

Portanto, o exame das mamas realizado pela própria mulher não substitui o exame físico realizado por profissional de saúde (médico ou enfermeiro) qualificado para essa atividade.

s mamas pela própria mulher faça parte das ações de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do próprio corpo.

As evidências científicas sugerem que o auto-exame das mamas não é eficiente para o rastreamento e não contribui para a redução da mortalidade por câncer de mama. Além disso, o auto-exame das mamas traz consigo conseqüências negativas, como aumento do número de biópsias de lesões benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente negativos e impacto psicológico negativo nos exames falsamente positivos.

Portanto, o exame das mamas realizado pela própria mulher não substitui o exame físico realizado por profissional de saúde (médico ou enfermeiro) qualificado para essa atividade.

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